“Bombados”: vale a pena?
O que são os anabolizantes?
Bombas são hormônios. Produzidos a partir de extratos animais, elas são hormônios sintéticos similares à testosterona, o principal hormônio masculino, que têm propriedades anabólicas e androgênicas.
O que eles fazem no organismo?
Quando caem na circulação sanguínea e penetram na célula, os anabolizantes começam a atuar, unindo-se a um receptor androgênico, migra para o núcleo e estimula a síntese de proteínas.
Com isso tudo, há mudanças anabólicas - aumento da massa muscular e retenção de nitrogênio – e androgênicas - agravamento da voz, crescimento de pêlos e aumento da agressividade.
O que é menos pior: comprimido ou injeção?
É claro que os dois são perigosos. Mas ao contrário do que a maioria das pessoas pensa, injeções de anabolizante são menos prejudiciais que os hormônios tomados em comprimidos, via oral.
Ao se injetar uma determinada dosagem de “bomba”, por exemplo 20mg, a substância pode ser liberada lentamente durante até uma semana no organismo, o que significa uma quantidade diária menor. Já os comprimidos liberam os mesmos 20mg de uma vez só, o que faz com que o corpo tenha que metabolizar uma quantidade muito maior de hormônios.
Quais as possíveis conseqüências?
-Esterilidade: o uso de bombas diminui e até extermina a produção de espermatozóides, deixando o sêmen pouco fértil ou infértil.
-Acne: os anabolizantes aumentam a taxa de cravos e espinhas na pele
-Calvície: as bombas podem acelerar a queda de cabelos
-Masculinização: as propriedades androgênicas levam a um agravamento da voz, crescimento de pêlos e até ao atrofiamento do clitóris, nas mulheres.
-Lesões nos ligamentos: devido ao aumento da força muscular, as estruturas que fixam os músculos ao ossos muitas vezes não acompanham esse crescimento e podem sofrer rupturas.
-Diminuição do colesterol “bom”: os anabolizantes podem diminuir a taxa de HDL, uma lipoproteína que ajuda a “limpar” as gorduras dos vasos sanguíneos.
Bombas são hormônios. Produzidos a partir de extratos animais, elas são hormônios sintéticos similares à testosterona, o principal hormônio masculino, que têm propriedades anabólicas e androgênicas.
Quando caem na circulação sanguínea e penetram na célula, os anabolizantes começam a atuar, unindo-se a um receptor androgênico, migra para o núcleo e estimula a síntese de proteínas.
Com isso tudo, há mudanças anabólicas - aumento da massa muscular e retenção de nitrogênio – e androgênicas - agravamento da voz, crescimento de pêlos e aumento da agressividade.
É claro que os dois são perigosos. Mas ao contrário do que a maioria das pessoas pensa, injeções de anabolizante são menos prejudiciais que os hormônios tomados em comprimidos, via oral.
-Acne: os anabolizantes aumentam a taxa de cravos e espinhas na pele
-Calvície: as bombas podem acelerar a queda de cabelos
-Masculinização: as propriedades androgênicas levam a um agravamento da voz, crescimento de pêlos e até ao atrofiamento do clitóris, nas mulheres.
-Lesões nos ligamentos: devido ao aumento da força muscular, as estruturas que fixam os músculos ao ossos muitas vezes não acompanham esse crescimento e podem sofrer rupturas.
-Diminuição do colesterol “bom”: os anabolizantes podem diminuir a taxa de HDL, uma lipoproteína que ajuda a “limpar” as gorduras dos vasos sanguíneos.
Como os anabolizantes agem no organismo?
A principal ação é o aumento de água no interior das células musculares. O inchaço, associado à malhação, faz com que os músculos cresçam mais rápido. Mas essa é apenas uma das mudanças provocadas pelas "bombas". Mais corretamente chamadas de esteróides anabolizantes, elas são drogas artificiais, cujo ingrediente-chave é uma imitação da testosterona, o principal hormônio masculino. Existem mais de 20 tipos de anabolizantes, para uso oral ou injetável. Depois de entrar no organismo os esteróides invadem certas células - como as musculares e as do fígado - e provocam alterações bioquímicas. Nos músculos, além de reter líquidos, os anabolizantes aceleram a atividade metabólica (veja no infográfico ao lado). "As drogas incrementam o anabolismo, que é a fase pós-exercício, em que o corpo repõe a energia e reconstrói as células degeneradas", diz o médico Bernardino Santi, coordenador estadual de doping da Confederação Brasileira de Futebol. Se o sujeito pegar pesado na academia, pode ganhar até oito vezes mais massa muscular do que um malhador normal. A "mágica" custa caro para o organismo. Os efeitos colaterais são devastadores e podem levar à morte. Mas os anabolizantes também podem ter efeitos positivos. Sob controle médico, são indicados para quem sofre de doenças degenerativas, na reposição hormonal e até para astronautas após longas estadias no espaço.
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